O clube que subiu de Coimbra às serras

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Eram dois, Paulo e Nuno. Passaram a quatro com Miguel e António. Na semana em que ousaram dar o passo e constituir-se como clube já eram pelo menos “70 ativos”: é o Coimbra Trail Running, que começou por aproveitar o desnível da Lusa Atenas e já tem pódios nas montanhas. No passado sábado, foram das equipas mais numerosas no Coimbra Urban Trail, com mais de 80 corredores de pirilampo na cabeça. E dois quartos classificados, Ricardo Fernandes e Tânia Batista.

O Clube Coimbra Trail Running nasceu este mês como estrutura organizada, para por ao serviço de todos o espírito de “camaradagem, amizade e dedicação” dos quatro mosqueteiros iniciais, Paulo Gomes, Nuno Carvalho, António Figueiredo e Miguel F Melo. No fundo, trata-se de oficializar os encontros de amigos que acontecem todas as terças e quintas para treinos citadinos e ao fim de semana “nas montanhas mais próximas”. São anunciados no Facebook e abertos a quem queira.

As camisolas brancas já são conhecidas por aí. Eram 22 nos Trilhos dos Abutres, 38 no Trail de Sicó (onde esta enorme participação lhes valeu o prémio de equipa mais numerosa e onde o Coimbra Trail Running obteve o 1º lugar por equipas nos 65km). No ano passado, subiram ao pódio do Oh Meu Deus (Paulo Gomes), do Ultra Trail Sierra Nevada (António Figueiredo) e do Ultra Trail de Gredos (Nuno Carvalho) e estiveram, este fim de semana também, na Transgrancanária com João Branquinho.

Mas porque a vida não é só competir, os mais belos desafios são mesmos os que se preparam em modo livre. Como o “Torre-Torre”, da Torre da Universidade de Coimbra à Torre da Serra da Estrela, por trilhos, em junho. Ou ainda como o mais peregrino Coimbra-Fátima por trilhos.

I.C.

 

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