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Conhecem o doce de S. Gonçalo? Corram a meia de Amarante…

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É a promessa de fim de prova para o próximo dia 25 de janeiro: um belo doce de S. Gonçalo, a seguir à medalha de terminador. E deverá gerar tantos sorrisos quanto a (incomparável) satisfação de terminar uma prova, tenha a distância que tiver. Esta tem os 21 094 metros da praxe, numa cidade de altos e baixos onde não foi fácil desenhar um percurso suficientemente plano para não assustar os atletas.

“Inicialmente, as pessoas tinham medo, Amarante é num vale…”, conta-nos Elisabete Ribeiro, da Associação Desportiva de Amarante, que organiza a prova com o apoio da autarquia. Mas não tem que assustar. Para lá de um trecho de um quilómetro ligeiramente a subir, a corrida faz-se praticamente sempre em inclinação descendente.

A ideia da prova nasceu num jantar de Natal da ADA, onde um atleta de 60 anos admitiu que não gostaria de largar as sapatilhas sem fazer uma prova grande em Amarante. Os mais novos ouviram, ousaram pensar em 21 km numa cidade de média altitude e propuseram a ideia à Câmara. Nasceu assim a 1ª Meia Maratona de Amarante – “Queremos que seja a primeira de muitas” -, que se chama também António Pinto, o amarantino que “merecia esta homenagem”. O padrinho da prova (que não poderá correr por se encontrar lesionado) é ainda detentor do recorde português e europeu da maratona, com as 2:06:36 que marcou em Londres. “Tinha de ser, é uma referência amarantina e no atletismo nacional”, diz Elisabete Ribeiro.

A corrida arranca às 10.30 horas da manhã junto à variante e termina na avenida General Silveira, depois de atravessar o centro histórico e de fazer uma incursão até Fridão, onde está prometida uma vista imperdível. As inscrições, abertas até ao dia 15, custam 10 euros, havendo banho disponível no local da chegada.

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