0
Gerês Marathon foi pura adrenalina

1510351_684014155048811_183250443049172316_n
Apresentada como uma competição única no Mundo, a “Gerês Marathon” fez jus às expectativas e foi um sucesso. E não são só as fotos e as memórias que a eternizam, com ela nasceu um novo conceito de prova.

Foi a 30 de novembro que uma incrível conjugação de variáveis fez acontecer a Gerês Marathon, cognominada já como “a mais bela”, mas também “a mais dura” das provas de 42,195 quilómetros. As qualidades não se excluem, complementam-se. Um belíssimo dia de outono, a paisagem matizada do coração do Gerês como cenário, a organização de Carlos Sá, terras de gente ávida por bem receber os mil participantes que enfrentaram o desafio.

“A Gerês Marathon aliou a velocidade ao desnível, o que criou um grau de dificuldade substancialmente diferente e, mais elevado, do que as maratonas onde normalmente se corre para o cronómetro”, explicou o organizador da prova, Carlos Sá. “Quem participou, fê-lo pelo desafio e não pela marca”, acrescentou o ultramaratonista português.

A dificuldade do desafio serviu de chamariz para os amantes de trail, que responderam à chamada do mestre Carlos Sá. “Foi surpreendente. E como lançámos o desafio apenas com três meses, tínhamos expectativas de chegar aos 300 inscritos”, recorda Sá. O número de participantes rapidamente chegou aos mil, esgotando a capacidades logística da organização. “Acabámos por abarcar dois públicos: um que gosta de desafios, mas que não se revê nas provas de estrada;  outro que gosta de correr em terrenos mais exigentes como o trail”.

Os relatos partilhados na página de Facebook do JN Running são unânimes e  conferem justiça aos slogans de promoção da prova: bela e dura. “42 quilómetros de beleza e dureza. A voltar, certamente…É a única maratona de asfalto em que me apanham”, escreveu Ricardo Bomtempo. “Muito duro, mas memorável. Prova única no seu estilo. A repetir, sem dúvida”, contou Hugo Ferreira. José Manuel Fins classifica a Gerês Marathon com “42 quilómetros de pura adrenalina”.

Maria Cláudia Monteiro

0 comentários

Leave a Reply

Faça login para comentar